CPI do Tapa buracos impossibilita discussão sobre terceirização da saúde na Capital

Foto: Marcus Vinnicius/TV Morena

A CPI do Tapa Buracos segue em discussão e grandes debates na Câmara Municipal de Campo Grande. Já são 24 assinaturas das 29 possíveis, sendo que nem todos os parlamentares estiveram presentes na reunião.

O presidente da câmara, Papy, ainda disse que a maioria dos faltantes estava de acordo com a CPI. Ainda de acordo com ele, a ineficácia do sistema e a diminuição de custos serão os planos mais importantes da investigação.

O secretário municipal de Saúde (SESAU), Marcelo Luiz Brandão Vilela, relatou que problemas relacionados à conjuntura política atual não possibilita qualquer debate sobre o tema ao campo grande News

Ele aponta que a CPI do tapa-buraco e a disputa do segundo turno das eleições presidenciais movimentam em excesso a câmara municipal e não há espaço para discussão de propostas mais complexas ainda neste ano.  

A proposta de terceirização provocou resistência em Campo Grande ao longo de 2026. Em maio, a Câmara Municipal rejeitou, por 17 votos a 11, um projeto de lei apresentado pela prefeitura que previa a transferência da gestão de duas unidades para a iniciativa privada: os CRSs (Centros Regionais de Saúde) Aero Rancho e Tiradentes.

O secretário afirmou que a prioridade da Secretaria Municipal de Saúde continua sendo a melhoria dos serviços prestados à população, mas reconheceu que o momento exige cautela para tratar de mudanças na gestão das unidades.

Por Redação Grupo Hora

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