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As redes de apoio são formadas por pessoas fundamentais e de confiança para alguém nos momentos mais decisivos da vida. Em um mundo tão caótico, essa rede ganha ainda mais importância para a saúde mental da população.
Com isso, o Papo de Psicóloga da sexta-feira, dia 25 de setembro, abordou a importância desse grupo. O bate-papo faz parte das entrevistas que fazem alusão ao Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio.
A psicóloga começou o programa falando sobre a necessidade de se ter relações de qualidade. Segundo ela, não adianta ter diversas relações sociais se, no momento em que mais se precisa de ajuda, essas pessoas não oferecem apoio. Muitos são os casos de indivíduos que estão cercados por outras pessoas nos momentos bons, mas, quando passam por uma fase ruim, são abandonados.
Ujacow frisou que as relações na vida real têm maior valor emocional em comparação com as virtuais, que, em diversas ocasiões, não satisfazem as necessidades da pessoa. “Conexão digital não quer dizer conexão emocional. As redes sociais podem favorecer amizades e até ajudar alguém a encontrar grupos de interesse em comum. O problema é quando não tem ninguém com quem se possa contar de verdade na vida real em momentos de dificuldade”, explicou.
Por fim, ela falou sobre a importância de identificar quem são as pessoas que fazem parte da rede de apoio principal de cada um. Também é necessário entender que pedir ajuda não é um sinal de fraqueza e que esse apoio pode ser crucial em momentos de dificuldade.
Por JP Arakaki
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