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Há doze dias para as eleições, o assunto está cada vez mais presente na rotina dos cidadãos brasileiros, que, no dia 4 de outubro, terão que decidir quem receberá seu apoio para diversos cargos. Dois deles serão para o Senado, e as pesquisas apontam Reinaldo Azambuja (PL) como favorito para assumir uma das posições a partir de 2027.
Com isso, o ex-governador de Mato Grosso do Sul esteve no Jornal da Hora desta terça-feira (22) e falou sobre seus planos caso seja eleito. Ele começou a entrevista falando sobre as reformas que realizou durante seu mandato no Executivo e deixou claro que pretende fazer o mesmo em Brasília. Ao todo, o país tem 38 ministérios, número superior ao de outras localidades ao redor do mundo.

Azambuja havia falado, na semana passada, no programa “Café e Política” que, caso seja eleito, irá lutar pela junção ou extinção de alguns ministérios, como o do Meio Ambiente. Segundo ele, essa seria uma das formas de aumentar as receitas municipais, reduzindo o dinheiro que fica retido em Brasília. Quando foi governador do estado, reduziu o número de secretarias estaduais de 13 para 10, em um plano semelhante ao que pretende aplicar a partir de 2027.
Algumas das propostas de Reinaldo Azambuja apresentadas durante o programa foram a conclusão de obras que estão paradas — assim como fez quando governador em diversas ocasiões — e a luta pela segurança pública nas fronteiras. Além disso, o candidato deu grande destaque à área da saúde, assim como em 2016, quando realizou a Caravana da Saúde. Uma de suas promessas de campanha é defender o reajuste da tabela do SUS, o que destinaria maiores verbas de Brasília aos hospitais públicos.
O candidato ao Senado também comentou, aos microfones do Grupo Hora, seu posicionamento a respeito dos casos envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF).

“As pessoas do Brasil estão envergonhadas com o que está acontecendo lá em cima (STF). O desafio é um novo Congresso a partir de 1º de fevereiro, olhar os temas que importam para o Brasil. Vamos brigar menos entre nós e brigar mais pelo Brasil.”
Azambuja também falou a respeito dos candidatos ao governo que estão em oposição ao seu aliado político, Eduardo Riedel.
“Fiquei estarrecido, pois você não vê ninguém fazendo proposta para Mato Grosso do Sul. Parece que moram em outro estado. É uma total falta de conhecimento dos adversários do governador Eduardo Riedel e um total despreparo. É vexatório ver um ataque frontal em vez de discutir propostas”, comentou.
Por fim, o ex-governador de Mato Grosso do Sul afirmou acreditar em uma vitória de Flávio Bolsonaro (PL) diante de Lula (PT) na disputa pela Presidência da República. Ele também acredita que, ainda no primeiro turno, o candidato do Partido Liberal terá vantagem na soma dos votos.
Por João Arakaki
Assista a entrevista na íntegra
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