“A política se apequenou, quero sair dessa polarização”, declara deputado Geraldo Resende

Após o atual governador Eduardo Riedel deixar o PSDB para se unir ao Progressistas e a recente filiação de Reinaldo Azambuja ao Partido Liberal (PL), acompanhado por cerca de dezoito prefeitos sul-mato-grossenses, o PSDB corre o risco de perder força no estado e fica, agora, sob a presidência do deputado Geraldo Resende. 

Em entrevista ao Jornal da Hora na manhã desta segunda-feira (22), o deputado Geraldo Resende (PSDB), afirmou que a prioridade do partido neste momento é trabalhar com aqueles que irão remanescer no partido para que o grupo consiga ter uma nominata de candidatos a deputados estaduais e federais, de modo que o PSDB reproduza os mesmos números obtidos nas eleições passadas. 

“Nós temos absoluta certeza de que vamos eleger três deputados federais e de cinco a seis deputados estaduais. Agora é bola pra frente e verificar quem de fato quer ficar no partido e trabalhar ativamente para construir uma alternativa que resgate a história tão bonita e tão marcante no cenário político brasileiro”, relata. 

De acordo com Geraldo Resende, em contexto nacional o objetivo é que o PSDB mantenha a mesma estrutura do partido. No Mato Grosso do Sul, o grupo tentará até março de 2026 viabilizar a legenda para que eles apresentem uma boa performance no estado. 

Com quase 40 anos de existência, o PSDB pretende fazer uma candidatura de centro-direita, fugindo da polarização política observada no Brasil nos últimos anos. “A política se apequenou e se tornou muito rasteira. No Brasil, a política está polarizada entre dois extremos e eu quero sair dessa polarização, quero ser um deputado diferente e que realiza entregas, não somente na minha área de atuação que é a saúde, mas na educação e em outros eixos”, afirma. 

Assista a entrevista na íntegra:

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