Mato Grosso Grosso do Sul registrou em 2023 um crescimento 13,4% no Produto Interno Bruto (PIB). O índice é 4,1 vezes superior ao nacional referente ao período. A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em consequência ao crescimento do estado, em 2025, cerca de 73 mil pessoas saíram da linha da pobreza no estado, segundo o governo federal.

Em entrevista ao Jornal da Hora desta terça-feira (06), o governador em exercício, José Carlos Barbosa, o Barbosinha, declarou que além de desenvolver o MS, o executivo estadual busca o desenvolvimento da população como um todo.
Para Barbosinha, o objetivo principal do desenvolvimento do estado é que toda a população seja alcançada pelo desenvolvimento econômico de MS.
“A grande preocupação é que esse crescimento econômico possa ser compartilhado com a população. Quando olhamos os indicadores, MS é a terceira menor taxa de pobreza extrema. Nós reduzimos a pobreza extrema no estado em mais de 40%, mas isso não deixa o governador Eduardo Riedel confortável, porque o que nós queremos é que não tenhamos nenhuma pessoa vivendo na linha de pobreza”, disse.
Aos microfones do Grupo Hora, Barbosinha ressaltou o trabalho da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos (Sead) e do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) na identificação das famílias em situação de vulnerabilidade econômica para serem integradas aos programas sociais.
Mesmo assim, o governador em exercício frisou que além dos programas sociais, o estado utiliza o desenvolvimento econômico para gerar empregos e oportunidades, além do investimento na educação.
“Nós entendemos que o maior investimento social que o estado pode gerar é através da criação de emprego, de oportunidades e através da educação. Não existe programa social mais importante do que oferecer uma educação de qualidade. Nesse aspecto também se avulta a condição do MS que foi o segundo maior crescimento de alfabetização no Brasil”, concluiu.
O objetivo do governo do estado é atrelar o crescimento econômico a indicadores sociais para que a riqueza do MS seja compartilhada entre máquina pública e população.
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Texto por Reuel Oliveira
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Assista a entrevista na íntegra
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