
(Foto: Alex Nantes)
Por Alex Nantes
O Jornal da Hora desta segunda-feira (4) recebeu o deputado federal Beto Pereira (PSDB), que veio falar sobre as altas taxas que Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) cobra em relação à energia solar, e também fez duras críticas ao regime militar.
Para o deputado, qualquer taxação na energia solar inviabiliza ou minimiza o investimento dentro do país. “Nós que estamos acompanhando uma evolução dos investimentos de energia solar, tendo em visto o déficit de energia. É importante dizer que quando nós aplicamos a bandeira vermelha ao consumidor é justamente por que está faltando energia gerada da hidrelétrica. Então quando em um país existe déficit, não podemos sobretaxar a energia que é gerada da forma que o cidadão invista”, afirmou.
Do total matriz energética brasileira, 1,2% é produzido através sistemas solares . De acordo com dados de 2019, o equivalente a 2,2 GW de potência instalada. Esse valor, em 2018, era de 1,19 GW e correspondia a 0,75%. Existem diversos benefícios econômicos e ambientais que estão ajudando a impulsionar o crescimento desta fonte de energia renovável.
- Casas que possuem energia solar fotovoltaica instalada podem gerar a sua própria energia renovável e assim praticamente se livrar da sua conta de luz para sempre.
- Sistemas fotovoltaicos valorizam a propriedade.
- Quanto mais energia solar instalada no Brasil menor é a necessidade de utilizarmos as usinas termoelétricas que são caras e, menor a inflação na conta de luz.
- A indústria de energia solar no Brasil gera milhares de empregos todos os anos.
Beto também disse sobre o regime militar no Brasil (1964 a 1985). Ele disse que somente aquelas pessoas que viveram a ditadura sabe o que é enfrentar esse tipo de regime. “Você não pode expressar aquilo que pensa, as pessoas sofreram muito! Não são os militares que estão suscitando a volta do regime, é o homem civil, filho do presidente que se escora na incompetência, pois não consegue resolver seus problemas de forma democrática”, concluiu.
Assista a entrevista na íntegra:
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