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Com a popularização do uso de emagrecedores, o Mato Grosso do Sul tem sido uma porta de entrada para o contrabando tanto das canetas, quanto de comprimidos irregulares, que promovem a perda de peso.
Deflagrada no início de fevereiro, a operação Visa Protege, realizada pela Secretaria de Estado de Saúde, em parceria com os Correios e com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, tem o intuito de reforçar a fiscalização de medicamentos clandestinos sem registro, vindos do Paraguai e distribuídos por remessas postais.
O programa Boa Saúde da Rádio Hora 92,3 FM, desta quinta-feira (12), recebeu o Fiscal do Estado da Vigilância Sanitária e Gerente da Vigilância Sanitária Estadual da SES/MS, Matheus Moreira Pirolo, que falou a respeito dos resultados que já foram obtidos pela operação e alertou a respeitos dos riscos da automedicação
“A gente sabe que a caneta emagrecedora por si só não resolve o problema e precisa vir acompanhada da mudança de hábitos. Tem que ter uma supervisão médica, supervisão também de um nutricionista, para que a pessoa possa readaptar a sua vida após utilização deste medicamento, porque senão a pessoa vai ser dependente para o resto da vida de um medicamento que, a longo prazo, é tóxico pro pâncreas e para os rins”, relata.
Redação por Grupo Hora
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