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Em meio a investimentos importantes para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso do Sul, com a implementação da rota bioceânica e o fomento às empresas de celulose, a malha rodoviária do estado segue sendo uma preocupação para os representantes públicos, por não acompanhar esse crescimento. Com grande parte das rodovias ainda sem duplicação, o trânsito dos veículos fica seriamente comprometido, além de representar um risco aos motoristas que estão mais suscetíveis a acidentes.
A previsão é de que até 2054, a BR-163, considerada o maior eixo rodoviário do MS, com 846 km de extensão, tenha apenas 203 km de rodovias duplicadas, a partir do novo termo de licitação acordado entre o governo e a concessionária responsável.
Em entrevista ao Jornal da Hora, na manhã desta quarta-feira (10), o deputado estadual, Roberto Hashioka (União Brasil) apontou que o ampliamento desta rodovia é fundamental para favorecer o fluxo na região e aumentar a segurança, no entanto, grande parte dela seguirá com uma única pista. “A forma como isso foi feito é um grande retrocesso, porque mesmo com o retorno das obras, nós ainda teremos mais de 50% das rodovias em pistas simples”, relata.
Hashioka defende ainda que é necessário que as agências reguladoras revisem os contratos e exijam resultados mais expressivos.
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Assista a entrevista na íntegra:
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