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A chegada das festas de fim de ano movimentam o comércio como um todo e aquecem o mercado de trabalho, com muitas contratações temporárias para atender a alta demanda. Além de ser uma oportunidade para ganhar uma renda extra, esta também é uma oportunidade para mudar de setor e para conseguir uma contratação definitiva no futuro.
De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mesmo com a queda do desemprego para 5,8% no segundo trimestre de 2025, o mercado de trabalho tem se tornado cada vez mais competitivo e passou a exigir um novo tipo de profissional: flexível, atualizado e com alto nível de inteligência emocional. Hoje de 87 a 91% das pessoas são demitidas por questões comportamentais.
Em entrevista ao Jornal da Hora, na manhã desta quinta-feira (11), a especialista em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Humano, Dani Gil, defendeu o desenvolvimento da inteligência emocional como uma das alternativas possíveis para diminuir a rotatividade de funcionários e promover uma gestão mais humanizada. “Essa ideia de ‘se der errado, eu troco’, que é muito comum de encontrar, é muito equivocada, porque o empresário gasta um dinheiro imenso. Mudar essa mentalidade é muito desafiador e é um trabalho de formiguinha, mas essa conscientização pode ajudar as empresas a economizar”, afirma.
A especialista acredita que este é um trabalho em conjunto, que requer investimento das empresas e um esforço dos próprios funcionários, já que os benefícios também abrangem os dois grupos. Assim como diminui-se a rotatividade de profissionais dentro das empresas, os funcionários preocupados em ampliar o currículo emocional também aprendem a lidar melhor com os estresses dentro do ambiente de trabalho e conseguem ter uma melhor qualidade de vida.
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Assista a entrevista na íntegra:
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