Com gestão inovadora, Hospital Regional de Dourados será 100% digital

Com um modelo inovador de gestão, o Hospital Regional de Dourados se torna referência no atendimento hospitalar no Sistema Único de Saúde (SUS) de Mato Grosso do Sul. 

Inaugurado no dia 20 de dezembro de 2025, o HRD é gerido pela Associação de Gestão, Inovação e Resultados em Saúde (Agir), e será um hospital com processos 100% digitais.

Em entrevista ao Jornal da Hora desta quarta-feira (14), a diretora-geral do Hospital Regional de Dourados, Andréia Alcântara, destacou a inovação e explicou que os procedimentos digitalizados irão tornar o atendimento mais seguro para a população. 

Andréia Alcântara no estúdio Grupo Hora. Foto: Bárbara Bejarano

“O hospital nasceu 100% digital em prontuário eletrônico, em comunicação com o paciente e em controle de serviços entregues dentro da unidade. Nós temos o serviço de checagem à beira leito […], uma inovação para o estado e sobretudo um benefício de segurança ao paciente. Todo esse processo de alta tecnologia que é entregue tem um princípio fundamental que é garantir o máximo de segurança ao paciente”, disse.

Além de garantir a segurança aos pacientes, o atendimento 100% digital também agiliza o atendimento, ao aumentar o fluxo de informações e automatizar o monitoramento em tempo real de leitos e recursos.

Ainda segundo Andréia Alcântara, o hospital tem a missão de renovar o atendimento hospitalar na região do Cone Sul, atendendo mais de 40% dos municípios do estado. 

“Nós temos 79 municípios no estado. Desses 79 nós temos a região do Cone Sul, região onde o hospital está instalado, que são 34 municípios. Esses municípios correspondem a 43% dos municípios do estado, e aí nós podemos ter a dimensão da importância desse novo equipamento, não só para a região do Cone Sul, mas também pro estado do Mato Grosso do Sul”.

Estrutura do Hospital 

Além do atendimento 100% digital e da gestão inovadora, o Hospital Regional de Dourados também é referência na infraestrutura. São 100 leitos, incluindo 59 de internação, 20 de UTI (10 adultos e 10 pediátricos),  21 de cuidados imediatos e quatro salas cirúrgicas equipadas. 

Também estão previstas obras de ampliação para o segundo semestre que irão ampliar em mais 100 leitos, além de implementar o serviço de hemodinâmica, ampliando a capacidade para cirurgias de média e alta complexidade, internações clínicas e atendimentos ambulatoriais especializados em adultos e pediátricos.

O hospital ainda promove a ampliação do acesso da população a serviços especializados de média e alta complexidade, com potencial de redução das transferências de pacientes para Campo Grande, aliviando a sobrecarga na capital.

Texto por Redação Grupo Hora

Assista a entrevista na íntegra

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