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O Consórcio Guaicurus responsável pelo transporte coletivo da capital alertou através de ofício a CPI do transporte alerta para o risco de paralisação dos serviços e atrasos nos salários dos funcionários.
O motivo é a dívida de mais de R$ 8,4 milhões da Prefeitura, que não repassou os subsídios tarifários conforme o contrato.
No documento enviado à CPI do Transporte Público o consórcio afirmou que, sem o pagamento até 6 de agosto , pode não conseguir quitar a folha salarial.
Segundo a concessionária a falta de repasses é responsabilidade da Prefeitura, não do consórcio, e cita decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que podem transferir obrigações trabalhistas ao município em caso de inadimplência.
O documento ainda menciona o papel da AGEREG (Agência Municipal de Regulação). Ela deveria fiscalizar e exigir a manutenção do equilíbrio financeiro do contrato. Contudo, segundo o consórcio, não teria tomado providências frente à situação.
A manifestação ocorre em meio à fase final dos trabalhos da CPI do Transporte Público realizado pela Câmara Municipal de Campo Grande .
O presidente da CPI, Dr. Lívio Leite, afirmou que a comissão não hesitará em responsabilizar os envolvidos, sejam públicos ou privados.
O Consorcio pede medidas urgentes da Prefeitura para evitar um colapso no transporte público de Campo Grande.
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