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A defesa de Jair Bolsonaro apresentou uma nova linha argumentativa nos embargos de declaração contra sua condenação pelo Supremo Tribunal Federal, afirmando que o ex-mandatário teria interrompido um possível plano de golpe de Estado após as eleições de 2022.
O julgamento do recurso está marcado para 7 de novembro.
No documento, os advogados classificam a condenação como injusta e alegam ausência de provas para vincular Bolsonaro aos crimes apontados.
Além disso, argumentam que o acórdão não explica adequadamente os parâmetros utilizados para determinar a pena final. Eles afirmam que não há provas que vinculem o ex-presidente aos crimes apontados e pedem que os parâmetros e a condenação sejam revistos.
A defesa também pede que o STF reconheça que Bolsonaro “desistiu” de seguir com a trama golpista. Os advogados ressaltam o fato de Bolsonaro não ter assinado nenhuma ordem e nem ter trocado os comandantes das Forças Armadas.
Eles pedem que o STF reconheça que o ex-presidente teria “desistido” da iniciativa golpista após a reunião com os chefes militares.
Fonte: CNN Brasil
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