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Está em fase de consulta pública uma proposta do governo federal para desobrigar a contratação de autoescolas no processo de tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O projeto promete reduzir os custos do processo em até 80%.
Em entrevista ao Jornal da Hora desta sexta-feira (10) o diretor do Sindicato dos Centros de Formação de Condutores de Mato Grosso do Sul (SindCFMS), Dionnes Jorge, ressaltou que apesar do desejo do governo federal na redução do valor total da CNH, a simples retirada das autoescolas do processo não será o suficiente.
Em Campo Grande, o valor médio para as CNHs tipo A (moto) e B(carro) , está em torno de R$2.300. Conforme Dionnes, cerca de R$1000 são apenas taxas do detran, que continuarão a ser cobradas sem as auto escolas. Para Dionnes, é necessário uma reformulação no processo junto ao Detran, e não a retirada das autoescolas.
“Se você baixar 80% por cento [do valor total atualmente] ficaria R$500, porém só as taxas do DETRAN são R$1000, então a conta já começa totalmente equivocada. Nós do setor fazemos um bom trabalho, nos preocupamos com a segurança no trânsito e queremos deixar mais acessível porque entendemos que precisamos de mais pessoas habilitadas no trânsito para que ele fique mais seguro, porém tem que ser feito com mais responsabilidade e treinamento”, disse.
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Assista a entrevista na íntegra:
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