O Governo do Mato do Sul anunciou ontem (18) a manutenção do controle de gastos, a partir do corte de despesas e medidas administrativas de racionalização. O objetivo é manter o equilíbrio financeiro do estado sem afetar os serviços essenciais à sociedade.
O corte, estipulado através de decreto, terá vigência até 31 de dezembro de 2026 e mantém o que já havia sido determinado em agosto de 2025 pelo governo estadual. Entre outras questões, fica estabelecida a redução de 25% nos contratos, sem afetar investimentos em áreas como saúde, segurança pública e educação.

Os cortes acontecem após MS apresenta redução na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Em entrevista ao Jornal da Hora desta quinta-feira (19), o Secretário da Casa Civíl de MS, Walter Carneiro Júnior, defendeu a política de redução de gastos. Segundo ele, a redução de despesas comprova uma postura de boa gestão e bom uso do dinheiro público.
“Isso é gestão e tem que ser permanente. O enfrentamento do custo, enfrentamento do custeio e a redução de despesas mostra a preocupação que o governo tem de cada vez mais ser um estado enxuto, responsável e que não desperdiça recursos públicos.
Segundo Walter Carneiro Júnior, o corte de gastos e o bom uso do dinheiro público fazem parte das cobranças que o governador Eduardo Riedel (PP) tem para com os secretários de estado.
“Isso [bom uso do dinheiro público] é uma medida que o governador Eduardo Riedel cobra e cobra muito dos seus secretários. Todo secretário assina um contrato de gestão onde ele tem metas a serem atingidas e entregas a serem feitas à população [..] O governo faz essa estratégia para manter o ritmo de investimento que o estado precisa, para manter e garantir aquilo que foi pactuado com os municípios através do Municipalismo Ativo. É preciso ter uma política permanente de redução de gastos e despesas”, disse.
Entre os focos de investimento para 2026, se destacam áreas como infraestrutura, desenvolvimento econômico e áreas sociais.
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Texto por Redação Grupo Hora
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