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As movimentações partidárias trouxeram grande destaque para o cenário político, durante todo o ano de 2025, graças às mudanças de grandes nomes da política, que têm se intensificado em todo o Brasil, impulsionadas pela reestruturação das legendas e pela exigência da cláusula de barreira, que obriga partidos a se fundirem ou articularem federações para garantir maior representatividade e recursos eleitorais nas eleições de 2026.
No final do mês de agosto, o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, oficializou sua migração para o PP. Na cerimônia estiveram presentes o presidente do partido, Ciro Nogueira, e a chefe da sigla no Mato Grosso do Sul, senadora Tereza Cristina.
Em entrevista ao Jornal da Hora, na manhã desta quarta-feira (17), o Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, agora filiado ao Partido Progressistas, declarou escolher o novo partido a partir do alinhamento ideológico e posicionamento claro à direita no espectro político. Além disso, defendeu que o desenvolvimento econômico aliado à conservação ambiental seguem sendo uma das prioridades da sua gestão, mesmo que tais pautas sejam comumente associadas a partidos de esquerda.
“As pessoas às vezes acham que a direita não tem preocupação social ou ambiental. Quem disse? Essas bandeiras são minhas mais do que nunca e sim, eu sou de direita na economia. Eu acredito num estado e numa economia mais dinâmica, com a participação do sistema privado. O público deveria então apenas regular todo esse andamento”, afirma.
O governador explicou ainda que as movimentações políticas ficaram mais evidentes ainda neste ano devido às movimentações partidárias ocorridas, no entanto, não há nada definido para as eleições que irão ocorrer já em 2026, mas destacou a importante atuação do vice-governador, Barbosinha.
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Assista a entrevista na íntegra:
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