Governador elogiou capacidade de articulação da senadora, que fundou instituto para debater temas de relevância nacional
O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), avaliou que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) se tornou uma protagonista no debate político do Brasil. A parlamentar lançou hoje o Instituto Diálogos.
“Conheço bem a senadora Tereza, a capacidade de articulação administrativa, o senso de responsabilidade e capacidade de pensar o Brasil. Ela fala muito isso. E a gente está muito carente de uma agenda para o Brasil, uma agenda estruturante”, disse o governador, durante agenda em Brasília (DF).
Riedel citou a fundação do instituto e vários temas que deveriam estar em discussão, como a revisão de programas sociais.
“O Brasil deveria estar pensando nos quase R$ 350 bilhões dos programas sociais, sem muitas vezes olhar com lupa a qualidade desses programas. Então, essa é a discussão que eu acho que tem que ser feita. A senadora Tereza tem um olhar para uma agenda no Brasil. E eu sou admirador, ela está fundando o Instituto Diálogos. E é corretíssimo um instituto para poder pensar o Brasil”, disse.
Tereza Cristina lança Instituto Diálogos
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) lançou nesta quarta-feira (25), em Brasília, o Instituto Diálogos, que reúne oito empresas de diversos setores da economia com o objetivo de discutir o país.
O instituto busca promover “debates econômicos e políticas públicas em áreas como agronegócio, geoeconomia, produtividade, mercado de trabalho, previdência e infraestrutura”.
Em coletiva de imprensa, a senadora disse que o projeto é ‘sonho antigo’ que nasceu da indignação: “[Nasceu] da falta que sinto de uma mesa de debate sem partidarismo, sem ideologias. Pensando o que o Brasil precisa para melhorar o país”.
Em seu discurso no evento de lançamento, Tereza Cristina ressaltou que “falta gente para trabalhar em Mato Grosso do Sul” e que esse cenário ocorre também em outros estados do país, como Santa Catarina e Bahia, por exemplo.
O principal objetivo do Diálogos é debater a geoconomia. “Mato Grosso do Sul hoje tem pleno emprego e tem que trazer gente de outros lugares para trabalhar”, pontuou a parlamentar.
Presidente do Conselho de Administração do Instituto, Tereza Cristina explicou que esses problemas na economia serão identificados e amplamente debatidos e que tudo poderá ser, depois, analisado pelo Congresso. “Quais são os problemas que precisam ser atacados, para depois se discutir, no âmbito do Congresso Nacional, como é que nós vamos encaminhar uma lei.”
As oito empresas selecionadas por Tereza são de diversos setores do agronegócio. São elas: Itaú, Cargil (trading), Yara (fertilizantes), Corteva (biotecnologia), Cocamar (cooperativa agrícola), FS (agroindústria), Hidrovias do Brasil (Grupo Ultra) e Tereos (etanol).
Entre os eixos prioritários, estão temas do agronegócio — área de origem política da parlamentar. Então, devem debater geoeconomia, infraestrutura, tecnologia e inovação e relações de trabalho.
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Fonte: Midiamax
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