Exposição ao sol e bronzeamento artificial elevam risco de câncer de pele, alerta gerente de vigilância sanitária

Foto: Freepik

Em uma estação marcada por altas temperaturas e maior exposição ao sol, a campanha Dezembro Laranja se dedica à conscientizar a população sobre os riscos de Câncer de Pele. 

Em entrevista ao Jornal da Hora desta sexta-feira (19), o gerente em vigilância sanitária da Secretaria de Estado de Saúde, Matheus Pirolo, explicou como pode ser desencadeado o câncer de pele. 

Matheus Pirolo nos estúdios Grupo Hora. Foto: Reuel Oliveira

Segundo ele, a alta exposição e o uso de bronzeamento artificial podem ser fatores decisivos para o desenvolvimento da doença. 

“Temos que trabalhar a prevenção do câncer de pele com a exposição à radiação solar indevida, um grande fator de risco, assim como as proibidas máquinas de bronzeamento artificial. A exposição solar das 10h às 16h nesse período de verão é um fator de risco. O alerta é para toda população, o câncer de pele não escolhe idade. Ele atinge pessoas que estão vulneráveis aos fatores de risco”, disse.  

Segundo dados do Ministério da Saúde, o câncer de pele é responsável por cerca de 33% dos casos de câncer no Brasil.

Segundo Pirolo, a prevenção à doença é realizada a partir de atitudes cotidianas. 

“A gente recomenda a utilização de bloqueadores solares  registrados pelo Ministério da Saúde e sempre dentro do prazo de validade. Nós estamos no verão, as pessoas vão procurar lazer, vão à piscina, à praia, então todo esse cuidado é importante para evitar não só o câncer de pele, mas também outras formas de adoecimento em razão da radiação ultravioleta”, explicou. 

Para o tratamento da doença, é necessário o diagnóstico precoce. Segundo o gerente em vigilância sanitária, os principais sintomas do câncer de pele são ardência na pele, manchas, incômodos na hora da exposição solar e vermelhidão permanente na pele. 

Texto por Reuel Oliveira

Assista a entrevista na íntegra

Leia mais de Grupo Hora
Leia mais de Saúde