Na última terça-feira (28), a Câmara de Vereadores de Campo Grande aprovou o reajuste salarial da chefe do executivo municipal, secretários e servidores da prefeitura, como auditores fiscais, odontólogos e trabalhadores vinculados à Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana).
Em coletiva, na última sexta-feira (03), a prefeita Adriane Lopes (Patriota), declarou que irá recorrer à justiça contra o aumento salarial. Em entrevista ao Jornal da Hora desta terça-feira (07), o líder da prefeitura na câmara municipal, vereador Beto Avelar (PSD), enfatizou que votou contra o reajuste pois não é o momento propício para este aumento.

“O momento não propicia esse aumento. Nós temos um teto de gasto aqui na prefeitura. Hoje a constituição estabelece que o município só pode gastar com os funcionários 54,3%, do que ela arrecada”, enfatiza.
Além disso, o vereador explica que entende a necessidade de todas as classes na questão de reajuste salarial, entretanto devido o impacto financeiro, é preciso que a prefeitura diminua ainda mais o teto de gastos do orçamento para que consiga atender a essas demandas.
“O pedido de aumento para eles que estão há muito tempo sem receber esse reajuste, é legítimo e justo, eles são o pulmão aqui de Campo Grande, mas por um outro lado, tem outras classes também como da enfermagem, Guarda Civil Metropolitana, professores…no meu entendimento são todas pautas legítimas, mas tudo impacta. O executivo vem tentando diminuir essa essa questão do teto do orçamento, final do ano tava 59%, caiu para 57%, e nós esperamos que baixe mais ainda”, finaliza.
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