
A maternidade é um divisor de águas para as mulheres e o início de uma nova vida familiar, por isso assegurar uma gestação saudável, tanto para as mães, quanto para os bebês, é fundamental, a partir de um pré-natal cuidadoso. Esse acompanhamento realizado com um médico obstetra permite identificar e tratar precocemente possíveis condições que podem comprometer a saúde do bebê e da mãe, além de monitorar o processo de desenvolvimento da criança e a saúde da placenta.
O atendimento não só tranquiliza as mães, mas também contribui diretamente para a redução da mortalidade infantil e do parto prematuro. De acordo com um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que investigou os fatores socioeconômicos e biológicos associados às anomalias congênitas no Brasil, bebês filhos de mulheres que não fazem pré-natal têm 47% mais chances de desenvolver anomalias.
O tema foi pauta do programa Boa Saúde, do Grupo Hora, desta terça-feira (25). Em entrevista, o médico ginecologista e obstetra, Daniel Pires, reforçou a importância deste acompanhamento. “É muito importante ter um pré-natal regular e iniciar logo que descobrir a gravidez. Com o pré-natal irregular, muitos bebês nascem com condições que poderiam já ter sido diagnosticadas muito antes, além de doenças como toxoplasmose, rubéola e hepatite. Esses exames são todos realizados pelo SUS, sem que a mãe precise pagar nada”, relata.
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