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Após operação da Receita Federal, Ministério Público de São Paulo e Polícia Federal, os órgãos de controle de Mato Grosso do Sul decidiram agir para depurar a organização ilegal de empresas ligadas ao PCC no polo empresarial da Rodovia da Balsinha, em Iguatemi, a 425 quilômetros de Campo Grande.
A ação mais contundente está sendo preparada pela Secretaria Estadual de Fazenda, que fará um pente-fino nas empresas que se instalaram no Estado nos últimos anos, na maior operação do fisco estadual para estancar a sonegação de tributos e a proliferação de empresas que se utilizam de fraude para operar no mercado de combustíveis.
O Imasul anunciou que fará uma ação “in loco” para verificar a regularidade ambiental. As perdas estimadas para os cofres públicos representam um rombo de R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões em impostos não pagos em Iguatemi e em Campo Grande.
A Secretaria de Fazenda fará o recadastramento das empresas autorizadas pela Agência Nacional de Petróleo e uma auditoria na emissão de notas fiscais.
O próximo passo, segundo a secretaria, será a publicação das licenças operacionais das distribuidoras, abrindo caminho para a instauração de processos administrativos de cancelamento das inscrições estaduais de cada empresa envolvida.
Fonte: Campo Grande News
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