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Encerrado no dia 18, a greve dos motoristas durou cerca de quatro dias e gerou impactos profundos para Campo Grande. Além de afetar o dia a dia de cerca de 110 mil pessoas, que utilizavam o serviço, a greve afetou também o comércio local,que deixou de arrecadar R$38 milhões.
A informação foi repassada pela Câmara de Dirigentes Lojistas ao Grupo Hora. Segundo a entidade que representa o comércio, as vendas foram afetadas de diferentes formas, seja com a dificuldade de locomoção até os empreendimentos e também pelo maior gasto com transporte.
Segundo Adelaido Figueiredo, presidente da CDL Campo Grande, com o gasto de locomoção por meio de aplicativos de transporte, o consumidor viu diminuir seu poder de compra, o que afetou as vendas do comércio local.
Ainda segundo o presidente da CDL, com a dificuldade de locomoção, houve um crescimento das compras online.
“Esse consumidor, com a preocupação de não ter o presente para o natal por conta da greve, acabou buscando no mercado online uma alternativa para fazer suas compras e isso faz com que haja uma evasão de valores do mercado local, prejudicando logicamente não só o setor de varejo de comércio e serviço, mas toda a economia da cidade”, disse.
Segundo a CDL, havia uma projeção de injeção na economia de R$197 milhões durante o Natal, valor que não foi alcançado, segundo o presidente.
“É importante ressaltar que quando o dinheiro acontece, entra dentro da economia da cidade, toda essa economia acaba se mobilizando e girando, levando emprego, renda e melhores condições para todas as classes sociais”, concluiu.
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Texto por Redação Grupo Hora
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