
A Câmara Municipal de Campo Grande aprovou no dia 03 a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2026. Foram 275 emendas que seguiram para avaliação da prefeita Adriane Lopes, que vetou 30 emendas.
Em entrevista ao Jornal da Hora desta quinta-feira (07), o presidente da Comissão Permanente de Finanças e Orçamento, vereador Otávio Trad, explicou que a maioria dos vetos ocorreu por questões orçamentárias.
“Desses 30 vetos que tiveram, muitos deles não foram do ponto de vista legal ou formal, mas sim do ponto de vista orçamentário. Ou seja, a prefeitura olhou, falou, ‘esse daqui não tem nenhum tipo de ilegalidade’, mas a prefeitura não vai poder fazer. Agora nosso próximo passo será analisar o veto dessas emendas”, disse.
Vale destacar que a LDO serve como um elo entre o planejamento de médio prazo (PPA) e o orçamento de curto prazo (LOA). O objetivo é discernir quais programas e ações terão prioridade no próximo exercício.
Conforme Trad, a PPA deve ser analisada no segundo semestre, seguido pelo LOA.
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Texto por Redação Grupo Hora
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