Livro “O Milagre” narra a gratidão de Graziela Alencar a Deus, ao SUS e aos profissionais de saúde 

Foto: Reuel Oliveira

No início de 2024, Graziela Alencar viu a própria vida se transformar ao precisar passar por um tratamento delicado para combater um câncer silencioso que, mesmo após diversos exames e consultas, se escondia em seu corpo. Em fevereiro, a mulher foi acolhida no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, e após oito horas de uma cirurgia que, a princípio, deveria durar uma hora e meia, o tumor foi descoberto.

Após uma sucessão de milagres que aconteceram durante o procedimento, Graziela passou 10 dias em coma, momento em que o maior milagre foi operado e ela retornou curada. Mais do que recuperada, Graziela foi também presenteada com um força que transbordava e a transformou em uma missão: a de transformar a vida dos pacientes oncológicos em Campo Grande. Assim surgiu o projeto Semeando Vidas e o livro “O Milagre é mais importante que a informação”.

Hoje, ao olhar para trás, Graziela não fala apenas de dor ou superação, mas de renascimento. Sua história se tornou testemunho de fé, ciência e humanidade. Movida pelo sentimento de gratidão, ela reformou o setor oncológico do Hospital Regional, por meio do projeto Semeando Vidas, e segue desenvolvendo diversas outras ações para promover uma melhoria na qualidade de vida dos pacientes com câncer e suas famílias. 

Na manhã desta terça-feira (23), em entrevista ao Jornal da Hora, Graziela Alencar, relembrou o acolhimento que recebeu do Hospital Regional e o cuidado com o qual foi tratada no momento em que esteve lá. “Os médicos e enfermeiros fazem coisas que a gente não tem noção para nos atender, trazer a saúde e trazer vida. Eu fiquei no corredor durante quatro dias, acompanhando a jornada dentro do hospital, vi crianças nascendo, vi muita gente morrendo e muita gente correndo para trazer vida para os que estavam ali”, relata. 

Toda essa jornada, Graziela descreve no livro “O Milagre é mais importante que a informação”. Mais do que um relato pessoal, a publicação se propõe a ser um abraço para quem enfrenta o câncer e uma forma de devolver ao mundo tudo aquilo que recebeu de Deus quando mais precisou: cuidado, esperança e vida.

Assista a entrevista na integra:

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