Segundo estudo, 17,4 milhões de pessoas deixaram classes D e E em dois anos

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Segundo estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), 17,4 milhões de pessoas saíram da linha da pobreza nos últimos dois anos. O grupo deixou de integrar as classes econômicas D e E, consideradas categorias de maior vulnerabilidade social.
O estudo aponta que a parcela da população presente nas classes A, B e C cresceu cerca de 8,44%. Em consequência, houve uma diminuição nas classes D e E, que atingiram 15,5% e 6,77% dos brasileiros respectivamente, as menores porcentagens já registradas.
Em relação ao Mato Grosso do Sul, 73,8 mil pessoas deixaram a situação de pobreza em 2025. Os dados são do Governo Federal.
Um fator chave para a melhoria de vida foi a abertura de 71 mil empregos formais desde 2023, que contribuíram para a maior estabilidade financeira das famílias sul-mato-grossenses.
O quadro se repete no cenário nacional. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego atingiu 5,2% no período referente ao trimestre encerrado em novembro. O índice é o menor registrado pela série histórica iniciada em 2012.
Classes Sociais
| Categoria | Descrição | Características |
| A e B | Alta e média-alta | Alta renda e poder aquisitivo. |
| C | Média | ≥ 4 salários mínimos; maior grupo populacional. |
| D e E | Baixa renda | Menor estabilidade; risco de vulnerabilidade social. |
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Texto por Redação Grupo Hora
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