A “Cultura da Magreza Extrema” é um padrão de beleza que valoriza um ideal de corpo muito magro, diversas vezes não saudável e irreal. O padrão é reforçado massivamente por meio de estereótipos apresentados pela mídia, redes sociais e até mesmo pelo mercado da moda.

Nesta sexta-feira (13), o Programa Papo de Psicóloga, da Rádio Hora 92,3 FM, abordou como a pressão pela magreza extrema pode influenciar a auto imagem das mulheres. A psicóloga Paloma Ujacow, destacou que a cogerar um sofrimento emocional
“Essa pressão pode provocar ansiedade, baixa autoestima, culpa em relação a alimentação, insatisfação corporal e uma relação negativa com a própria imagem. Esse emagrecimento é muitas vezes visto como uma forma de controle pessoal e aceitação social e desencadeia transtornos alimentares. Esses transtornos psicológicos também estão ligados à questão da aceitação social e da influência da mídia”, disse.
Para evitar os problemas, a psicóloga Paloma Ujacow destacou a importância do autoconhecimento, da conscientização da diversidade corporal e o questionamento dos padrões irreais de beleza. Ela também ressaltou a necessidade de buscar apoio psicológico para reconstruir a relação com o próprio corpo.
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Texto por Redação Grupo Hora
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