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Nesta quarta-feira (30), o presidente americano Donald Trump assinou o decreto taxando em 50% as importações vindas do Brasil. A medida entra em vigor no próximo dia 6 de agosto. A justificativa da Casa Branca é que ações recentes do governo brasileiro estariam ameaçando a segurança nacional e a economia dos EUA.
O decreto cita diretamente o ministro do STF Alexandre de Moraes, acusando-o de abuso de poder judicial para perseguir opositores. Trump ainda declarou ‘emergência nacional, afirmando que o Brasil representa uma ameaça à política externa americana.
E os impactos já começam a aparecer. Mato Grosso do Sul, que tem os EUA como segundo maior comprador de seus produtos, vê frigoríficos e produtores buscando alternativas. Só no ano passado, o estado exportou quase 50 mil toneladas de carne bovina para os americanos, movimentando mais de R$ 1,3 bilhão.
Apesar da suspensão das vendas de carne aos EUA, o vice-presidente do Sindicato das Indústrias de Carnes do MS, Alberto Sérgio Capucci, garante que a produção continua estável, com redirecionamento para outros mercados.
Além da carne, outros produtos sul-mato-grossenses podem ser afetados, como açúcar, celulose e soja. A tensão comercial entre os dois países segue em alta, e os empresários locais já se preparam para os próximos capítulos dessa disputa
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