
Por Rafaela Moreira
O Giro Notícias desta quinta-feira (10) recebeu a psicóloga infantil Dulce Rocha e a jornalista Ketlen Gomes. A pauta da entrevista foi crianças, devido o dias das crianças que é comemorado no dia 12/10 e maternidade.
Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em torno de 395 mil bebês nasceram em todo o planeta no primeiro dia de 2019. A estimativa divulgada. No Brasil, a previsão da agência da ONU era de aproximadamente 7,8 mil nascimentos para o 1º de janeiro.
A psicóloga Dulce Rocha comentou sobre o número excessivo de crianças que nascem todos os dias no mundo. “Apesar da população estar envelhecendo, muitas crianças nascem. Então os números aumentam proporcionalmente”.
A tecnologia causou mudanças significativas na vida da sociedade, pois ela está presente em praticamente todos os processos da vida do ser humano, segundo Dulce Rocha o número excessivo de informações atrapalha o desenvolvimento. “Podemos observar que a cultura hoje se modifica a todo tempo, mas devido às tecnologias e várias mudanças sociais, alguns pais não estão preparados para terem filhos. Isso se deve ao número excessivo de informação”.
Quando questionada sobre quais são os maiores problemas que enfrenta sendo psicóloga infantil, Dulce pontua, “Um dos maiores problemas é a questão de afetividade, devido o trabalho excessivo e cuidado da casa, os pais acabam deixando as crianças de lado, as vezes até inocentemente e isso acaba fomentando crianças cada vez mais novas com quadro de ansiedade”.
Ketlen Gomes é jornalista e mãe e relatou no programa Giro Notícias como foi conciliar a faculdade com a gravidez inesperada. “A minha gravidez não foi planejada, então durante a gestação foi bem difícil aceitar, eu tinha planos de sair e estudar fora, pois estava terminando a faculdade, quando me vi grávida, pensei que tudo isso tinha acabado”.
De acordo com a jornalista Ketlen Gomes é importante ter planejamento e buscar por ajuda. “O planejamento é fundamental, pois a mãe não tem tempo de assimilar, já o pai ainda tem um tempo para pensar. Eu procurei uma psicóloga desde o final da minha gravidez para justamente me fazer perceber que o meu mundo não tinha acabado. É complicado, mas aprendemos a lidar. Eu tive muito apoio da família para que eu conseguisse terminar minha faculdade e seguir com a minha vida”.
Assista a entrevista na íntegra:
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