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A Santa Casa de Campo Grande voltou a afirmar que opera no limite, com alas superlotadas e profissionais anestesiologistas em regime de paralisação. O comunicado foi enviado ao Jornal Midiamax nesta quinta-feira (11), quase uma semana após a diretoria técnica emitir comunicado ameaçando fechar o setor de ortopedia, alegando ‘risco de morte’ dos pacientes.
Somente nesta quinta-feira (11), a área verde do pronto-socorro registrou 61 pacientes atendidos, embora o convênio preveja apenas sete leitos contratados para essa finalidade. A Santa Casa enfrenta, ainda, falta de estrutura para acolher todos os pacientes.
“O hospital tem absorvido diariamente pacientes oriundos de outros municípios do Mato Grosso do Sul em situação de vaga zero, o que resulta em superlotação constante. A falta de cadeiras e cobertores é consequência direta dessa superlotação”, expõe a diretoria técnica.
Conforme a nota, no momento, a Santa Casa se encontra em estado de contingência de atendimento, especialmente na área cirúrgica, devido à paralisação dos anestesiologistas. Por este motivo, estão sendo adotadas medidas emergenciais, priorizando atendimentos exclusivos de urgência e emergência.
O hospital reafirma, também, que a grave situação financeira enfrentada pela instituição ocorre devido ao desequilíbrio econômico-financeiro do contrato de convênio com o município de Campo Grande. “Enquanto não houver o reequilíbrio do contrato, situações como atrasos em atendimentos, cirurgias, superlotação e desassistência ocorrerão de forma recorrente”.
Fonte: Midiamax
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