Secretaria da Mulher divulga Dossiê da Mulher Campo-Grandense 2026 e fortalece ações na Capital

Foto: Reuel Oliveira

Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, a Prefeitura de Campo Grande lançou, no início deste mês, o programa CG Delas, iniciativa que reúne 24 projetos coordenados pela Secretaria Executiva da Mulher. As ações estão organizadas em quatro eixos: saúde e proteção, capacitação e autonomia financeira, comunicação e inovação e educação e oportunidades.

As iniciativas desenvolvidas neste ano foram estruturadas a partir das informações reunidas no Dossiê da Mulher Campo-Grandense, documento elaborado pela secretaria que apresenta dados sobre o perfil das mulheres vítimas de violência e os números relacionados aos atendimentos realizados pelas instituições que integram a rede de proteção na Capital.

Em entrevista ao Jornal da Hora, na manhã desta sexta-feira (13), a secretária executiva da Mulher de Campo Grande, Angélica Fontanari, apresentou com exclusividade o dossiê elaborado em 2026, com dados referentes ao ano anterior, publicado no último dia 11.

Segundo a secretária, o documento é fundamental para orientar a formulação de políticas públicas voltadas às mulheres.

“O dossiê é muito importante para nós porque, com base nele, projetamos os programas futuros. Investimos bastante em capacitação e autonomia financeira, por exemplo, porque no levantamento do ano passado identificamos que cerca de 30% das mulheres vítimas de violência eram completamente dependentes financeiramente do agressor”, explicou.

Para ampliar o alcance das ações, especialmente entre mulheres que vivem nas regiões periféricas ou que enfrentam dificuldades de deslocamento até a sede da secretaria, localizada na região central da Capital, parte dos projetos é realizada de forma itinerante.

“A nossa escola de capacitação e outros programas acontecem de forma itinerante. Nós fomos para os bairros. Para se ter uma ideia, conseguimos levar cursos profissionalizantes e de capacitação para mulheres em todos os CRAS [Centros de Referência de Assistência Social] da cidade. Também atendemos em associações de mulheres, igrejas e em outros espaços comunitários, onde formos chamados”, afirmou.

Por Redação Grupo Hora

Assista a entrevista na íntegra:

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