Vereador Carlão destaca abandono nos cemitérios públicos em meio à falta na oferta de vagas em Campo Grande

Um sepultamento digno e a chance de se despedir apropriadamente têm se tornado cada vez mais difícil para muitas famílias de baixa renda em Campo Grande, devido à superlotação dos cemitérios públicos da cidade. Essa realidade coloca em risco o direito da população mais vulnerável a um último adeus respeitoso, aumentando a pressão sobre as autoridades municipais para encontrar soluções.

De acordo com informações dadas em entrevista ao Jornal da Hora, na manhã desta quarta-feira (13), pelo vereador Carlão (PSB), o município tem demanda para ao menos duas novas áreas, . Uma das propostas do vereador, como uma medida emergencial, são os cemitérios verticais, implementados em diversas outras cidades brasileiras como uma solução ambientalmente sustentável, até a construção de novos cemitérios públicos.

Além disso, o vereador também destacou a importância do cuidado com os terrenos, que constantemente são alvo de vândalos ou são abandonados pelo poder público que não realiza a manutenção do local.   “Os cemitérios estão todos abandonados e é importante termos esse debate. A morte é um momento duro para a família, que já perdeu uma pessoa que gosta, e no momento em que os parentes poderiam viver o luto, precisam ficar correndo atrás dos outros, pedindo ajuda e lutando para tentar enterrar e depois ainda precisam lidar com os túmulos vandalizados”, relata. 

Eleições 2026 

Com as eleições de 2026 cada vez mais próximas, Carlão também aproveitou a situação para esclarecer qual é o cenário previsto para o PSB no próximo ano. O vereador declarou que se o partido precisar e se mantiver alinhado com os valores e ideais que defende, ele será candidato a deputado estadual.

No entanto, deixou claro o seu apoio ao atual governador Eduardo Riedel e se comprometeu a seguir . “Eu vou apoiar o governador Eduardo Riedel, porque eu tenho confiança nele e gosto do trabalho que ele está fazendo ajudando o nosso estado a crescer e se desenvolver”, afirmou.

Assista a entrevista na íntegra: