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Mais de 500 mil brasileiros convivem, atualmente, com o mal de Parkinson. A doença neurodegenerativa e progressiva, conhecida principalmente pelas limitações motoras, ainda carrega estigmas, mesmo diante do aumento expressivo de diagnósticos nos últimos anos.
Em abril, a campanha Tulipa Vermelha, voltada à conscientização sobre a doença, reforça a importância do diagnóstico precoce como ferramenta para garantir qualidade de vida aos pacientes.
Em entrevista ao Jornal da Hora, nesta sexta-feira (24), o médico especialista em diagnóstico por imagem, Renato Figueiredo, destacou a necessidade de ampliar a informação sobre os primeiros sinais do Parkinson, o que pode antecipar o diagnóstico e reduzir preconceitos ainda comuns.
“É importante entender que, com o tratamento adequado, existe a possibilidade de ter qualidade de vida, apesar da doença. Coisas simples do dia a dia ajudam muito, mas exigem dedicação. Minha mãe tem Parkinson há 20 anos e mora sozinha. O diagnóstico não é o fim”, afirma.
Segundo o médico, ainda não há uma definição clara sobre as causas da doença, sendo os casos hereditários minoria. No entanto, é possível adotar medidas que ajudam a prevenir ou retardar os sintomas mais limitantes.
Essas recomendações, o Dr. Renato chamada de “seis pilares da saúde” e incluem:
- sono adequado
- alimentação equilibrada
- prática regular de exercícios físicos
- cuidado com a saúde mental
- ambiente saudável
- espiritualidade
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Por Redação Grupo Hora
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Assista a entrevista na íntegra:
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