Adriane Lopes defende terceirização em unidades de saúde; Câmara adia votação 

Foto: Juliano Almeida, Campo Grande News

A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, enviou à Câmara Municipal, na quarta-feira (29), um projeto de lei que autoriza a terceirização dos serviços nos Centros Regionais de Saúde (CRS) dos bairros Aero Rancho e Tiradentes. A proposta tramita em regime de urgência, mas a votação foi adiada pelos vereadores, que alegaram prazo insuficiente para análise do texto e apresentação de emendas.

Em entrevista ao Jornal da Hora, na manhã desta quinta-feira (30), a prefeita afirmou que a medida tem caráter experimental e busca melhorar a qualidade do atendimento, além de organizar e dar mais agilidade ao fluxo nas unidades.

“A população de Campo Grande cobra, há décadas, mais resultados e efetividade na saúde. Não há como obter resultados diferentes fazendo a mesma coisa. Estamos propondo não a terceirização da saúde, mas dos serviços de saúde. O SUS continua sendo gratuito; o que muda é a forma de prestação desses serviços, que passará a ser feita por uma empresa terceirizada”, explicou.

De acordo com o projeto encaminhado ao Legislativo, caso seja aprovado, os serviços administrativos das duas unidades passarão a ser operados por uma empresa privada, enquanto os atendimentos seguem sendo realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O texto, no entanto, não detalha o impacto financeiro da medida nem apresenta estimativa de custos ou valores a serem repassados à empresa contratada. 

A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, enviou à Câmara Municipal, na quarta-feira (29), um projeto de lei que autoriza a terceirização dos serviços nos Centros Regionais de Saúde (CRS) dos bairros Aero Rancho e Tiradentes. A proposta tramita em regime de urgência.

Em entrevista ao Jornal da Hora, na manhã desta quinta-feira (30), a prefeita afirmou que a medida tem caráter experimental e busca melhorar a qualidade do atendimento, além de organizar e dar mais agilidade ao fluxo nas unidades.

“A população de Campo Grande cobra, há décadas, mais resultados e efetividade na saúde. Não há como obter resultados diferentes fazendo a mesma coisa. Estamos propondo não a terceirização da saúde, mas dos serviços de saúde. O SUS continua sendo gratuito; o que muda é a forma de prestação desses serviços, que passará a ser feita por uma empresa terceirizada”, explicou.

De acordo com o projeto encaminhado ao Legislativo, caso seja aprovado, os serviços administrativos das duas unidades passarão a ser operados por uma empresa privada, enquanto os atendimentos seguem sendo realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O texto, no entanto, não detalha o impacto financeiro da medida nem apresenta estimativa de custos ou valores a serem repassados à empresa contratada. 

Por Redação Grupo Hora

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