Durante a audiência, o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, foi chamado de genocida

A audiência pública, na Câmara Municipal de Campo Grande, para debater sobre o ‘passaporte da vacina’, começou com vaias, gritos e diversos posicionamentos contrários ao projeto.
Enquanto um lado do público gritava por “vacina sim” e “retorno seguro”. Outra parte da plateia por “liberdade” e “vacina não”.
Durante a audiência, o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, foi chamado de genocida. A vereadora Camila Jara (PT) recebeu vaias.
O vereador Ayrton Araújo (PT) se mostrou à favor do passaporte.
“Não podemos liberar geral para sofrer as consequências amanhã, diversas cidades já aprovaram o passaporte de vacina. O passaporte da vacina vem colaborar com as pessoas ja se vacinaram e com a sociedade no geral”, destacou.
Durante a fala, o vereador foi recebido com vais e gritarias.
Na ocasião, comerciantes levaram cartazes escrito: “O comércio não aguenta mais” e “Passaporte sanitário não”.
Passaporte da vacina
O “passaporte da vacina” prevê que somente pessoas vacinadas possam frequentar locais públicos e tem como objetivo estimular a imunização de parte da população que ainda não buscou os postos de vacinação.
- Fonte: Correio do Estado

Hora Notícias





