
Em 2019, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou consulta pública para taxação de consumo da energia solar, que até o ano anterior, correspondia a 0,26% da quantidade de energia do país. O Jornal da Hora desta quarta-feira (23) entrevistou o presidente do Movimento Solar Livre (MSL), Hewerton Martins, que lidera uma campanha contra essa taxação da Aneel, e trabalha para a liberdade da distribuição na energia limpa.
De acordo com Hewerton, o MSL foi desenvolvido a partir de empresários do setor solar após proposta da ANEEL sobre a taxação da mesma. A ideia do movimento é atuar a favor dos cidadãos e empresas que acreditam na energia limpa como vetor de desenvolvimento social e econômico. O empresário afirma que o grande desafio da energia, é a comunicação. “A grande diferença da energia solar, é que o dinheiro não vai para fora do nosso país, ele fica no município”.
Após decisão da ANEEL em taxar a energia solar, foi lançado a campanha #taxarosolnão, que teve reconhecimento nacional, chamando a atenção inclusive do presidente da república, Jair Bolsonaro (sem partido), que publicou em seu perfil nas redes sociais, demonstrando apoio a causa. Martins afirma que com o reconhecimento do chefe de estado, o movimento alavancou. “Tivemos apoio de deputados de partidos de esquerda, direita e centro, todos defendendo a mesma bancada. Eu nunca tinha visto isso na minha vida.
Para mais informações sobre o assunto, acesse o site do Movimento Solar Livre (Clique aqui).
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