Construção pesada com impactos positivos, nas categorias base da CUT perdas de postos de trabalho durante a pandemia

Um grande marco neste período de pandemia foi o aumento no desemprego no Brasil. Em decorrência dessa crise, o fechamento de comércio influenciou nesse número. O Jornal da Hora desta terça-feira (27) entrevistou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem em Geral de MS (Sinticop-MS), Walter Vieira e o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT-MS), Wilson Gregório, que comentaram sobre as mudanças no mercado de trabalho pós-pandemia.

O presidente do CUT, Wilson Gregório faz algumas críticas ao governo estadual e federal, alegando que eles deveriam gerar mais empregos, já que os trabalhadores foram os maiores afetados nesta pandemia. “O governo estadual tem o poder de legislar sobre a abertura de mais empregos, mas tendo em vista sua afinidade com o governo federal, que não vem fazendo um trabalho de oportunidades de emprego e sim de projeto de lei de medidas provisórias onde retiram direitos dos trabalhadores, e o governo do estado vai no mesmo caminho”.

“No momento em que o trabalhador precisa de amparo, está sendo demitido, sem perspectiva de uma renda familiar” relata Gregório.

Em contrapartida, o presidente do Sinticop-MS, Walter Vieira relata que a pandemia não afetou tanto o setor da construção como foi para outros segmentos, e que o ramo continua gerando emprego para profissionais da área. O que prejudicou foi o aumento nos materiais de construção, que ocorreu devido a exportação de produtos para outros países e a alta do dólar.

Para Walter, as ações do governo juntamente com o governo federal é interessante para ampliação no mercado de trabalho, e que os trabalhadores estão na expectativa para os investimentos na área da construção civil. “O governo está trazendo quase 1 bilhão de investimentos em mais de 68 municípios aqui no estado de Mato Grosso do Sul, e nisso aí a expectativa é muito grande na geração de empregos”.

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