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Mato Grosso do Sul recebeu um Centro de Desenvolvimento do Futebol nesta semana. O espaço foi legado da Copa do Mundo de 2014, e foi deixado pela Confederação Brasileira de Futebol no estado com 12 anos de atraso. A partir de setembro de 2027, a administração passa da CBF para a Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS).

Neste contexto, o Jornal da Hora desta sexta-feira (04) recebeu para entrevista o atual diretor-executivo de competições da FFMS Marcos Tavares. Além de conversas sobre o CD, ele tratou de temas relevantes, como os estádios do estado, em especial o Morenão.
Ele falou sobre o centro, e fez duras críticas ao projeto. “É um local difícil de acesso, precisamos de um processo de locomoção do centro da cidade para o Centro de Desenvolvimento. Temos que pensar para desenvolver o futebol neste local. A gente precisa complementar o recurso investido da FIFA”m disse o diretor.
Ele ainda deixou explícito sua vontade de coordenar e administrar o Centro de Desenvolvimento, tendo idéias já formadas sobre o que fazer lá. Um dos projetos em mente é a iluminação do campo, e a criação de alternativas para o CD.
Por fim, Tavares não deixou de falar dos estádios, com destaque ao Morenão, mas sem uma visão otimista. “Não vamos ter a condição de mandar jogos no Morenão em janeiro. Temos que ser transparentes, pois a expectativa da volta do estádio é de toda a população. Deve ser em abril ou maio (abertura), com metade da casa disponível”, comentou.
Marcos Tavares irá deixar o cargo de diretor executivo da FFMS no dia 30 deste mês. Com isso, existem possibilidades de que ele assuma o novo CD de Mato Grosso do Sul a partir do ano que vem.
Por João Arakaki
Assista a entrevista completa na íntegra
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