
O Jornal da Hora desta quarta-feira (09) entrevistou a chefe da Educação do Trânsito da Agetran, Ivanise Rotta. A pauta da entrevista foi sobre o trânsito da capital durante o período da pandemia.
Em entrevista à Rádio Hora, Ivanise Rotta explicou que no início da pandemia diminuiu 50% dos acidentes e óbitos no trânsito. “As pessoas não estavam circulando, então a gente teve uma queda radical, porque o trânsito é feito de pessoas e de circulação, e eles estavam em isolamento social, aí após a população relaxar, a gente voltou a ter uma crescente”.
De acordo com Ivanise, cerca de 40% dos condutores não possuem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e isso influencia no número de acidentes bem como o excesso de velocidade. “Em Campo Grande, em torno de 40% das pessoas não tem CNH, e não é por causa da pandemia, não é por causa do difícil acesso, é porque esse monitoramento do vida no trânsito vem desde 2010. Então, é uma recorrente ao excesso de velocidade, a questão do motociclista que é mais vulnerável, estando certo ou errado, ele vai levar a pior, por isso que nós temos os 46 óbitos hoje em 2020, até hoje, 31 são motociclistas, dá em torno pelas contas que eu fiz, 60% mais ou menos”.
Ivanise explica que os acidentes que envolve motocicleta continua sendo em maioria por jovens de 18 a 25 anos. “Quem morre, infelizmente, são os jovens de 18 a 25 anos, pode abrir uma margem de até 29 anos. Geralmente nos horários da madrugada, com alta velocidade, tendo colisão em objetos parados. Então continua com o mesmo perfil, não é por causa da pandemia”. Ela complementa que a Lei é para todas as pessoas, e que é preciso respeitem as leis de trânsito.
Veja mais informações e assista a entrevista na íntegra:
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