Fundação de Cultura planeja novos editais de auxílio aos artistas de MS

Foto: Tero Queiroz

O Jornal da Hora desta sexta-feira (19) entrevistou o Diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Gustavo de Arruda Castelo, popularmente conhecido como “Cegonha” que falou sobre as ações da Fundação de Cultura na pandemia. 

Para ajudar o setor cultural no difícil período de pandemia, Gustavo Castelo afirmou que MS foi o primeiro estado do Brasil a lançar um auxílio emergencial aos trabalhadores da cultura, através do edital “MS Cultura Presente”, além disso, o estado recebeu R$ 20.514.887 milhões reais, vindos da Lei Aldir Blanc, destinados exclusivamente para o setor. 

A ajuda para os trabalhadores da cultura, através da Lei Aldir Blanc, foi em forma de auxílio, com seis parcelas de R$ 500 reais. Porém o pré-requisito para conseguir o dinheiro era não ter recebido nenhum outro auxílio. “Nós tínhamos recursos para ajudar 5.333 trabalhadores, porém somente 110 conseguiram receber”. Além disso, o período para utilizar o dinheiro era até o final de 2020. “Foi dado um prazo muito curto, então só conseguimos utilizar R$ 4,5 milhões. Sobrou mais de R$ 16 milhões. Porém, no final do ano passado, o Governo Federal lançou uma medida provisória que permitiu executar os recursos que sobraram, em 2021”. 

Gustavo Cegonha também revelou que estão planejando apresentar proposta ao governo do estado de um novo auxílio emergencial e de uma terceira edição do projeto “MS Cultura Presente”, onde os artistas serão premiados através de remunerações.