
O Jornal da Hora desta quarta-feira (19) entrevistou o ex-secretário municipal de saúde de Campo Grande e integrante do diretoria estadual do Partido Progressista (PP), Ivandro Fonseca. O ex-secretário fez criticas ao veto total do Projeto de Lei 9.804/20, que previa o pagamento, para os trabalhadores quem atuam na linha de frente no combate a Covid-19, de insalubridade no grau máximo, enquanto perdurar o período de emergência da saúde pública, de 40% calculado sobre o valor do salário do trabalhador.
O veto da Prefeitura ao Projeto foi mantido por maioria dos vereadores, na sessão desta terça-feira (18). O placar ficou em 13 votos contra o veto e 14 votos a favor do veto, quando eram necessários 15 votos, ou seja, maioria absoluta, para derrubá-lo.
Para Ivandro, o veto foi um absurdo, e que o município tinha verba para pagar os servidores públicos. “Eu como secretário de saúde enfrentei 3 epidemias, e naquela época tivemos a noção de que as pessoas eram prioridade, por isso concedemos um reajuste de 18% no salários dos servidores”, afirmou.
O ex-secretário fez julgamentos sobre a atual gestão do prefeito Marquinhos Trad (PSD) e aos vereadores de Campo Grande. “Infelizmente não está tendo fiscalização da parte dos vereadores em relação ao executivo. Pessoas do grupo de risco, com vários outros tipos de comorbidades, estão ‘largadas’, sem atendimentos. Esse cidadão procura uma unidade de saúde, e não é atendido, já que o prefeito decretou o fechamento dessas estruturas”, finalizou.
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