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O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, ministros ligados a Alexandre de Moraes e Andre Mendonça traçam estratégias, visando a sessão que vai definir a questão relacionada à polêmica envolvendo o Banco Master e o Ministro Alexandre de Morães, que está programada para acontecer amanhã às 10 horas.
Fato é que os próprios ministros ainda não sabem exatamente o que será submetido ao plenário. Há uma articulação para que não haja uma decisão sobre o mérito das mensagens além de um cenário com pedido de vista no radar.
O que se sabe é que, durante a semana, o presidente do STF, Edson conversou individualmente com todos todos integrantes do pleno, mas conforme informações, ainda há dúvidas sobre o objeto e a dinâmica do encontro.
Os ministros próximos a Alexandre de Morães observam que o caminho é evitar evitar o debate sobre a questão no plenário e ainda há informações de bastidores de que seria difícil avançar agora no âmbito criminal porque não há pedido da PGR nesse sentido. O caminho considerado mais natural por esse grupo seria votar apenas o que foi formalmente requerido pela Procuradoria. Ou seja: nulidade do material que revelou as mensagens de Vorcaro a Moraes, segundo apontam as investigações da PF.
Ainda há a possibilidade de que Fachin proponha algum tipo de investigação não requerida pela PGR. E há ainda um terceiro caminho em discussão: levar o caso para o âmbito correicional ou administrativo, relacionado a eventuais desvios funcionais. Nesse terreno, ministros avaliam que poderia haver alguma deliberação sem que o Supremo entrasse imediatamente na esfera criminal.
Do outro lado, o grupo próximo a André Mendonça sustenta uma posição oposta: diante do material revelado, não haveria saída institucional sem a abertura de uma investigação sobre Moraes.
Por Redação Grupo Hora
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