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Nos tempos modernos, a comunicação ganhou cada vez mais importância em todos os setores da sociedade. Ela é a base para o alinhamento nas relações sociais, seja no trabalho, nas amizades ou até mesmo na família.
Entretanto, muitas pessoas nascem com dificuldades na fala, na audição, entre outras áreas, o que pode atrapalhar o processo comunicativo. Para isso, as áreas da ciência e da saúde se desenvolveram intensamente, ajudando nesse processo.

Portanto, a Dra. Raquel Vieira, fonoaudióloga especialista em Linguagem, esteve presente no programa Boa Saúde desta terça-feira (27) para falar sobre o tratamento, especialmente em crianças. Ela começou a entrevista ressaltando a importância de não comparar crianças em idade de desenvolvimento, pois cada uma tem seu “tempo”.
A doutora ressaltou que o desenvolvimento também envolve aspectos físicos, devido à necessidade de uma estrutura corporal adequada para que o processo de fala ocorra de maneira ideal.
Um dos principais alertas aos quais os pais devem estar atentos está relacionado à regressão em movimentos e habilidades antes desenvolvidos pela criança. “Se ele começou a sentar e não senta mais. Se ele fazia gritinhos e parou. Esses são os alertas que quem trabalha com desenvolvimento infantil prioriza. Tem que descobrir o motivo e procurar ajuda”, alertou.
Vieira também falou sobre a idade em que se espera que as crianças desenvolvam a fala. “Em média, se espera que com até dois anos ela consiga falar com próximos e terceiros para dizer o mínimo. Por exemplo, preciso de água, estou com fome”, explicou.
Durante o programa, ela ressaltou que a comunicação é muito mais ampla do que simplesmente a fala. Além da parte verbal, gestos e expressões também são formas importantes nesse processo e são considerados na análise do desenvolvimento infantil.
Por João Arakaki
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