Já é o segundo ano consecutivo que a categoria não recebe correção salarial

Nesta quarta-feira (29), prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PSD), anunciou reajuste de 5% para a tarifa de ônibus. Com isso, a correção salarial dos motoristas não deve ser aplicada, e os profissionais cogitam greve.
Isso porque o percentual que a tarifa técnica do Consórcio Guaicurus havia demonstrado estava cotado em 21%, número que estava diretamente atrelado ao reajuste salarial dos motoristas, que não recebem reequilíbrio pelo segundo ano consecutivo em razão da pandemia.
Após o pronunciamento de Trad, o Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo Urbano de Campo Grande, lançou um edital de convocação, para que a classe se reúna em assembleia na próxima segunda-feira (03).
Dentre as pautas, a categoria mira abordar greve por tempo indeterminado, além do impasse no cumprimento do reajuste salarial nos parâmetros judiciais, entre outros.
Conforme já noticiado pelo Correio do Estado, o prefeito se recusou a acordar mais que 5% em reajuste para o consórcio e afirmou que se o consórcio não aceitar, ficará sem correção.
“Essa questão vai ter que envolver Estado, Ministério Público, Câmara Federal e prefeitura. Se eles não aceitarem os 5% que elevaria a tarifa no máximo para R$4,40, vai ficar sem reajuste, mais que isso eu não vou aplicar”, declarou.
Em Campo Grande, o último reajuste do passe aconteceu em dezembro de 2022, quando o valor era de R$ 4,10 e foi para R$ 4,20. Agora, o consórcio indica o valor de R$ 5,15 para a cobrança da taxa.
- Fonte: Correio do Estado

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