Empresários pedem retirada de corredor de ônibus inacabado na Bandeirantes

O principal motivo é devido a acidentes constantes que estão acontecendo na via

Corredor de ônibus inacabado na Avenida Bandeirantes (Foto: Marcos Maluf)

Empresários se reuniram, na manhã desta quinta-feira (11), para demonstrar insatisfação com a obra inacabada do corredor de ônibus na Avenida Bandeirantes.

Segundo eles, desde 2020, o local está sem uso e sem a continuidade das obras. O principal pedido é que o corredor seja retirado, pois acidentes estão acontecendo constantemente na avenida.

O empresário Fernando Cristóvão, de 45 anos, tem uma loja de veículos na região há 17 anos.

“Todo mundo está cansado, chegamos num ponto que vamos ficando preocupados e revoltados, porque a gente não está lutando somente pela viabilização, mas sim para salvar vidas, porque isso nos preocupa enquanto empresários e cidadãos. A única função disso aqui é atrapalhar e ceifar vidas”, ressaltou.

Outro empresário, Hudson Rodrigues, de 35 anos, também reclama da mesma situação. Ele tem loja há mais de 10 anos.

“A gente quer que tire isso aqui, a gente não aguenta mais isso aqui, é um acidente atrás do outro. Estamos sendo multados todos os dias, estaciono o carro para entrar na loja e sou multado. Pessoal da Agetran passa, não abaixa nem o vidro, só vai multando”, reclamou.

Na ocasião, também estiveram presentes representantes do vereador Epaminondas Vicente, o Papy (Solidariedade); e do deputado estadual Carlos Alberto David, coronel David (PL). A princípio, foi marcada reunião na próxima quinta-feira (18) com o vereador Epaminondas para tratar sobre o assunto.

A Prefeitura de Campo Grande informou que a obra de infraestrutura, sinalização e semaforização para implantação do corredor de transporte estão concluídas, faltando apenas a conclusão das ilhas e estações para embarque e desembarque de passageiros.

“No momento, o contrato com a empresa que vai executar o serviço restante, está em fase de finalização para posterior assinatura e emissão de ordem de serviço”, diz a nota.

  • Fonte: Campo Grande News