Sindicato dos profissionais da Educação Pública de CG critica reajuste da Cassems e cobra diálogo

O Professor Gilvano Bronzoni, Presidente do Sindicato Campo-Grandense dos profissionais da Educação Pública (ACP), se posicionou contrário ao reajuste da Caixa de Assistência dos Servidores de Mato Grosso do Sul (Cassems) na cobrança mensal de cônjuges dependentes.

Professor Gilvano Bronzoni no estúdio Grupo Hora. Foto: Reuel Oliveira

Em entrevista ao Jornal da Hora desta quinta-feira (21), o professor explicou que realizou uma reunião na Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (FETEMS). Segundo ele, a categoria irá buscar o presidente da Cassems, Doutor Ricardo Ayache, para tentar uma saída em relação a mudança.

“Nós fizemos um debate, uma defesa de ser contrários ao aumento da da alíquota de desconto. Nós realizamos na terça-feira, na FETEMS, uma reunião de presidentes, todos os presidentes da educação e vamos procurar o doutor Ricardo. Queremos ou retroceder nessa política ou uma outra saída”, disse.

Aos microfones da Rádio Hora, o professor também destacou a necessidade de reajuste na rede estadual.

“Por que que nós temos algumas dificuldades na Cassems? Nós não somos gestores da Cassems, a Cassems é autônoma, mas qual é o problema que leva nos últimos anos? Não só a Cassems mas a previdência e a economia do estado. Nós não temos um reajuste real na rede estadual há alguns anos. Os cálculos de todos os sindicatos, da polícia, da saúde, do administrativo, da educação, são déficits. Isso vai impactar na previdência”, disse.

Entenda o caso

A Caixa de Assistência dos Servidores de Mato Grosso do Sul realizou reajuste da taxa de cobrança mensal de cônjuges dependentes. Anteriormente fixada em R$35, a taxa cresceu cerca de 1.200% e alcançou o valor de R$450.

Por Reuel Oliveira

Assista a entrevista na íntegra

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