Lei que permite multa para quem comercializa fios de cobres indevidamente deveria estar em execução, diz Coronel Villasanti 

No início desta semana, a Câmara Municipal de vereadores realizou uma audiência pública para falar sobre casos de furtos de fios de cobre, que são registrados diariamente na capital e que contabilizam inúmeros prejuízos à população. Em entrevista ao Jornal da Hora desta terça-feira (23), o vereador Coronel Alírio Villasanti reforça que é um assunto complexo e que precisa de atenção do poder público, principalmente para a execução da Lei Complementar 457/22 que penaliza quem comercializa esse tipo de material sem providência.

Em Campo Grande, estão em vigor a Lei Municipal 6.436/20, do ex-vereador João César Mattogrosso, e a Lei Complementar 457/22, dos vereadores Coronel Villasanti e Tiago Vargas, que dispõe sobre a atuação das empresas do ramo de sucata, ferro-velho, desmanche, comércio de peças usadas e congêneres. A norma prevê multa de até R$ 10 mil por infração cometida.

“Estamos cobrando de novo do executivo, porque essa Lei é do ano passado e penaliza com maior seguridade quem comercializa, quem estoca esse tipo de material sem a devida procedência. Então para que os órgãos de fiscalização, em particular a SEMADUR, a nossa própria nossa Guarda Civil Metropolitana possa fiscalizar com maior rigor, a atuação através de multa tem uma ação mais imediata, isso com certeza vai melhorar o fluxo de busca de soluções para esses furtos e receptação de fios de cobre”, explicou o vereador. 

Assista a entrevista na íntegra