
Neste ano, o Pantanal apresentou a menor área queimada nos últimos quatro anos, com 19% de redução de 2022 para 2021 em relação à área queimada de janeiro a julho, de acordo com dados do Monitor do Fogo do MapBiomas, divulgado em agosto.
Entre as causas da redução, estão a sensibilização da comunidade pantaneira, políticas de Plano de Manejo Integrado do Fogo, investimentos do Governo do Estado, de, aproximadamente, R$ 76 milhões, capacitação dos militares em cursos de especialização e uso de novas tecnologias, e também o monitoramento e enfrentamento.
De acordo com o diretor-geral da Defesa Civil de Mato Grosso do Sul, Coronel Fábio Catarineli, o Corpo de Bombeiros tem realizado o monitoramento e assim que surge um foco de incêndio, uma equipe já é acionada para fazer o combate ao incêndio. “Uma das estratégias é fazer o monitoramento e enfrentamento. Com a questão das mudanças climáticas, percebemos que os incêndios têm mudado sua dinâmica. Um incêndio pequeno pode virar um incêndio extraordinário em questão de horas e minutos”.
Ele pontuou que a conscientização da sociedade, os investimentos do governo e a capacitação dos profissionais foram fundamentais para a redução das queimadas. “Temos que lembrar da política de plano de manejo integrado do fogo, do investimento do governo do estado em aquisição de equipamentos e treinamento de pessoal. Hoje, o Corpo de Bombeiro Militar já possui uma aeronave de combate a incêndio florestal de última geração […] também investem na capacitação dos militares, com o uso de novas tecnologias, como os drones”.
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Texto: da redação
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