Em entrevista ao Jornal da Hora desta segunda-feira (27), o pré-candidato a deputado federal, Jaime Verruck, comentou a respeito de uma possível eleição. Em caso de vitória no pleito, o ex-secretário de estado de meio ambiente, desenvolvimento, ciência, tecnologia e inovação destacou que o trabalho executado no MS será a base para sua atuação nacional.

Conforme Verruck, como deputado federal, as portas estarão abertas para a apresentação e execução de projetos, sempre olhando aquilo que foi realizado em MS. Com esta atuação, o estado poderá se tornar uma referência para projetos que poderão impactar o Brasil.
“O Congresso Nacional tem uma um conjunto de pautas que impactam a vida dos brasileiros de todas as formas e nós teremos a possibilidade de assim que chegarmos, tocar vários projetos e olhar muito pelo que a gente fez no Mato Grosso do Sul. Acho que o Mato Grosso do Sul pode ser uma boa referência para bons projetos nacionais”, disse.
Ao comentar sobre a atuação e os resultados no MS, Verruck explicou que tudo iniciou com a ousadia de buscar o desenvolvimento sustentável no estado.
“A gente teve uma audácia lá no início de olhar esse desenvolvimento sustentável. E um dos nossos desafios era realmente criar essa marca Mato Grosso do Sul. A gente tentou levar e trazer esse olhar para o Pantanal e então veio a Lei do Pantanal, veio o Fundo Clima, então conseguimos mudar de Pantanal. Se nós preservarmos isso tudo, pode ser monetizado”.
Economia Nacional
Ao comentar o cenário nacional, o economista Jaime Verruck dissertou a respeito do problema econômico do país. Segundo ele, a maior dificuldade é a manutenção do equilíbrio fiscal.
“Qual é o problema do Brasil hoje? Equilíbrio fiscal. Essa é a grande discussão. Nós estamos com uma arrecadação recorde e estamos com despesas recordes e uma taxa de juros aí de 14,75%. É o grande problema, a impossibilidade de alavancar os negócios e o nível de endividamento tanto da população como das empresas. […] Existe um processo de crescimento da economia, mas ainda não não temos as taxas de crescimento, o famoso PIB”, disse.
Verruck exemplificou sua tese com a ideia de que há um crescimento de produtividade em relação aos produtores, porém a situação econômica individual segue com baixos indicativos.
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Por Reuel Oliveira
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Assista a entrevista na íntegra
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