O Sintracom (Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil e no Mobiliário de Campo Grande) e o Sinduscom (Sindicato das Indústrias da Construção) anunciaram férias coletivas de 15 mil trabalhadores da categoria em Campo Grande. Ao todo, em Mato Grosso do Sul, serão 50 mil trabalhadores que entrarão em férias forçada.
O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), já havia comunicado decreto que suspende a partir desta semana, o trabalho na construção civil na capital. Porém, segundo os sindicatos, o acordo entre empregados e patrões dá garantias legais por ter sido elaborado um aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho para que haja férias coletivas.
Ainda de acordo com a categoria, os pequenos construtores também tomaram a mesma medida. Segundo a Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul, cerca de cinco mil trabalhadores que atuam em pequenas obras entram em férias coletivas. “À princípio, são férias de 15 dias. Depois vamos ver qual será o posicionamento das autoridades em saúde e a partir daí verificaremos se será necessário estender o prazo”, diz o presidente da Acomasul, Adão Castilho, que também é vice-presidente da FENAPC (Federação Nacional dos Pequenos Construtores).
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