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O câncer de próstata é o segundo tipo mais comum entre os homens no Brasil, atrás apenas do câncer de pele. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer, são estimados mais de 70 mil novos casos da doença por ano, principalmente em pacientes com mais de 50 anos.
Apesar da alta incidência, o tumor costuma evoluir de forma silenciosa nas fases iniciais, o que torna o diagnóstico precoce um fator decisivo para aumentar as chances de cura. No entanto, o preconceito e a desinformação ainda são barreiras importantes. Exames fundamentais para a detecção, como o toque retal, seguem cercados de estigmas, o que contribui para diagnósticos tardios. Como consequência, o câncer de próstata permanece como uma das principais causas de morte entre homens no país.
O tema foi pauta no programa Boa Saúde, da Rádio Hora 92,3 FM, da última terça-feira (14). Em entrevista, o médico urologista, Dr. José Ricardo, deu mais detalhes sobre o tratamento e mostrou os avanços tecnológicos disponíveis atualmente para ampliar as chances de cura de maneira menos invasiva.
“Quando a gente faz o diagnóstico numa fase inicial, a chance de cura desse paciente é superior a 90%. Então por isso a importância de toda a rotina de próstata, do exame de toque, de PSA, para que a gente consiga fazer o diagnóstico ainda de uma fase inicial quando o tumor não dá sintomas e o paciente tem uma chance de cura muito grande”, reforça.
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