
Os padrões de comportamento influenciam a forma como cada pessoa pensa, sente e se relaciona com o mundo. Construídos ao longo da vida, especialmente durante a infância e a adolescência, eles são resultado das experiências, aprendizados e crenças que carregamos e que acabam moldando a maneira como interpretamos situações e nos relacionamos com os outros.
Nos relacionamentos amorosos, esses padrões costumam se revelar desde os primeiros interesses afetivos, mas se tornam mais perceptíveis quando determinadas situações passam a se repetir, como a dificuldade de estabelecer vínculos saudáveis ou a tendência de se envolver em relações tóxicas e abusivas.
No mês dos namorados, a psicóloga Paloma Ujacow falou sobre o tema, nesta sexta-feira (5), durante o quadro Papo de Psicóloga, da Rádio Hora 92,3 FM, e explicou como crenças limitantes podem influenciar a vida afetiva e quais caminhos ajudam a transformar comportamentos que geram sofrimento.
“As nossas crenças influenciam a forma como a gente interpreta as situações. Nós fazemos escolhas e nos comportamos baseado naquilo que vivemos e acreditamos que é a forma correta de se relacionar. Quando alguém cresce num ambiente onde o amor é associado a crítica, instabilidade emocional e rejeição, ele pode considerar isso como uma dinâmica normal nos relacionamentos”, explica.
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